Quarta-feira
17 de Julho de 2024 - 

Previsão do tempo

Segunda-feira - Rio de Jane...

Máx
32ºC
Min
24ºC
Chuva

Terça-feira - Rio de Janei...

Máx
34ºC
Min
26ºC
Parcialmente Nublado

Hoje - Rio de Janeiro, RJ

Máx
35ºC
Min
27ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Rio de Jane...

Máx
32ºC
Min
24ºC
Chuva

Terça-feira - Rio de Janei...

Máx
34ºC
Min
26ºC
Parcialmente Nublado

Hoje - Rio de Janeiro, RJ

Máx
35ºC
Min
27ºC
Parcialmente Nublado

TJRJ lança vídeo sobre o trabalho de recuperação histórica do acervo de casos de violência contra a mulher

“No início do século, percebemos que se tratava da história do silêncio”. A partir dessa reflexão sobre como eram tratados os casos de violência contra a mulher, a historiadora Lara Rodrigues explica o trabalho do Grupo de Pesquisa Histórica, vinculado ao Departamento de Gestão de Acervos Arquivísticos (DEGEA), que resgata a memória do Judiciário fluminense. O vídeo produzido pelo Departamento de Comunicação Interna (DECOI) por meio da Divisão de Mídia Audiovisual (DIMAU), faz uma breve apresentação dos estudos dos pesquisadores na área de violência contra a mulher, recuperando acervos de 1900 a 2020, com a ajuda de periódicos. O objetivo do trabalho é garantir ao cidadão acesso aos processos permanentes, que são inalienáveis. “Para entendermos o presente, é preciso conhecer o que aconteceu no passado. A violência contra a mulher é um fenômeno histórico. O Brasil convive com um alto índice de violência contra a mulher. E esse tema passou a vir à tona para o debate público na década de 1970, a partir do assassinato de algumas mulheres, sobretudo Ângela Diniz, Cláudia Lessin, dentre outros. Alguns julgamentos foram muito importantes, porque trouxeram para o debate público a violência contra a mulher”, destaca a desembargadora Adriana Ramos de Mello, coordenadora Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Coem). O vídeo “Gestão de Arquivos sobre Violência contra a Mulher” traz também uma reflexão sobre acesso à Justiça, avanços sociais e participação feminina no Judiciário. “Para o Judiciário ser representativo, precisa não somente garantir o acesso à Justiça para pessoas mais vulneráveis, sobretudo mulheres indígenas, negras, com deficiência, lésbicas, trans. Essa população precisa estar dentro do Poder Judiciário. E o Tribunal do Rio vem dando esses passos, tanto na feminização quanto nos projetos de acolhimento e de aceso à Justiça pelas mulheres”, relata a desembargadora. Assista ao vídeo:  Departamento de Comunicação Interna
13/06/2024 (00:00)
Visitas no site:  1370479
© 2024 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia
Pressione as teclas CTRL + D para adicionar aos favoritos.